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Escola Cervejeira Alemã - Tradição e Lei da Pureza

21/10/2016

por Alysson Carbello

 

Quando pensamos em cerveja e a relacionamos a um país certamente o primeiro que nos vem à cabeça é a Alemanha. A relação desse povo com a cerveja é profunda e presente no dia a dia de tal forma que se tornou a paixão nacional. Cada vilarejo possui sua respectiva cervejaria, que é defendida e adorada pelos moradores locais. A importação de cervejas de outros países é inexpressiva, a preferência é pelas nacionais. Eles fazem a maior e mais famosa festa da cerveja, a Oktoberfest, realizada anualmente em Munique.

A maior característica dessa escola é sem duvida a instituição da famosa Lei de Pureza, de 1516. Com essa Lei todas as cervejas produzidas foram obrigadas a conter somente malte de cevada, água e lúpulo. O fermento só foi acrescentado anos depois porque ate então não se sabia de sua existência, a fermentação era algo divino. Os motivadores para a promulgação desta Lei foram a escassez de grãos, como o trigo, para produção de alimentos básicos como o pão. Outro objetivo era evitar que ingredientes inusitados e que poderiam até fazer mal a saúde fossem usados. Criadores das Lagers, família de cervejas mais consumida no planeta, suas bebidas costumam ser bastante assertivas, corretas e dificilmente elas vão chocar alguém. Por outro lado uma das maiores representantes dessa escola é a cerveja de trigo, a Weiss ou Weizenbier. Da família das Ale e feitas com malte de trigo elas são, na maioria das vezes, as primeiras cervejas a serem degustadas por quem esta conhecendo as cervejas artesanais.  

Exemplos de estilos da Escola Cervejeira Alemã: Pilsen, Helles, Bock, Dunkel, Rauchbier, Weiss e Schwarzbier

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